Segundo informou a Polícia Nacional, os detidos são suspeitos de crimes relativos à prostituição e corrupção de menores, contra os direitos dos trabalhadores e de pertença a grupo criminoso.

As vítimas eram atraídas no Facebook por duas mulheres que se aproveitavam da sua idade e estado de necessidade para lhes oferecer trabalho como empregadas de hotel, sendo na realidade conduzidas à exploração sexual.

A investigação concluiu ainda que o alegado líder do grupo tinha mantido relações sexuais com três menores, atraídas com a promessa de que participariam num espetáculo pornográfico privado em troca de altas remunerações.

Fontes ligadas ao processo indicaram à EFE que também foi detido um cliente, conhecido como ‘o professor’ por ser docente da Universidade de Múrcia.

Os investigadores identificaram um total de 29 vítimas, todas provenientes da América do Sul, em dois clubes de alterne de Múrcia e Santomera.

Duas das vítimas são menores de idade e outras 15 têm entre 18 e 19 anos, mas começaram a ser exploradas quando ainda eram menores.

O líder do grupo, cuja mulher e irmão também foram detidos, era proprietário dos dois clubes de alterne.

Quatro dos detidos são de nacionalidade espanhola, dois são colombianos e um último da Bolívia.

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