“Os museus nacionais têm de fazer, à semelhança do que outros estão a fazer na Europa, um trabalho exaustivo de levantamento desses bens coloniais e da forma como estes chegaram às suas mãos. Depois, não têm de, necessariamente, serem devolvidos, mas tem de se iniciar com a outra parte uma negociação” sobre o destino a dar-lhes.

Na opinião do professor catedrático de Coimbra esse trabalho de restituição pode começar pelos “casos em que há uma reivindicação expressa de devolução do país em questão”.

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