O instituto baseia as estimativas numa avaliação da quantidade de plutónio militar e de urânio altamente enriquecido que a Coreia do Norte pode ter produzido no complexo nuclear de Yongbyon, a norte de Pyongyang.

Com base em imagens obtidas através de satélite, o secretário-geral da Agência Internacional de Energia Atómica, Yukiya Amano, afirmou na semana passada que a Coreia do Norte parecia ter reativado uma central de recuperação de plutónio para uso em armas nucleares.

No fim de 2014, o Instituto de Ciência e Segurança Internacional calculava que Pyongyang tinha entre 10 e a 16 bombas atómicas. Desde então, a Coreia do Norte fabricou entre quatro a seis, o que elevaria o arsenal total para um número entre 13 e 21 bombas, segundo o instituto.

O cálculo leva em consideração o teste de uma bomba atómica realizado por Pyongyang a 6 de janeiro. Entre as provas das atividades detetadas em Yongbyon estão "movimentos de veículos, vapor, derrames de água quente e transporte de material".

O reator de cinco megawatts de Yongbyon foi fechado em 2007 como parte de um acordo de ajuda humanitária, mas a Coreia do Norte iniciou as obras de reforma depois do terceiro teste nuclear em 2013.

O regime norte-coreano já executou quatro testes nucleares, o mais recente deles a 6 de janeiro. Na ocasião, Pyongyang afirmou que detonou uma bomba de hidrogénio, ou bomba H.

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