O país contabilizou ainda 411 mortos nas últimas 24 horas, totalizando 135.582 óbitos, de acordo com os números contabilizados pela universidade norte-americana, sediada em Baltimore (leste), até às 20:30 de segunda-feira (01:30 de hoje em Lisboa).

A principal potência mundial sofreu nas últimas semanas um aumento de infeções no sul e oeste do país, de longe o mais afetado do mundo em termos absolutos, tanto em número de mortos como de casos.

Uma tendência que tem levado alguns estados norte-americanos a recuar na abertura de comércios e de serviços.

O governador da Califórnia ordenou na segunda-feira o regresso a algumas restrições, incluindo o encerramento de restaurantes, bares, cabeleireiros e locais de culto.

“Este vírus não vai desaparecer tão cedo”, disse o governador Gavin Newsom. “Espero que todos estejamos cientes disto, mesmo aqueles que imaginavam que iria desaparecer com o calor”.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 569 mil mortos e infetou mais de 13 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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