Na noite de sexta-feira, o site Wikileaks publicou cerca de 20 mil mensagens internas do Partido Democrata revelando uma possível tentativa de desestabilização de Bernie Sanders durante as primárias, em que defrontou Hillary Clinton.

A congressista da Flórida e presidente do Partido Democrata, Debbie Wasserman Schultz, já era questionada há meses por Sanders e pelos seus apoiantes, que a acusavam de ser parcial e pediam a sua renuncia para unificar o partido. As revelações do Wikileaks foram a gota de água.

Schultz deverá presidir os trabalhos durante convenção democrata que acontece de 25 a 28 de julho, na Pensilvânia, e cujo objectivo é confirmar Hillary Clinton como a candidata democrata às presidenciais dos EUA. Clinton vai enfrentar o republicano Donald Trump na corrida à Casa Branca. As eleições acontecem a 8 de Novembro.

Em comunicado, Schultz disse que iria “renunciar ao cargo de presidente do partido no final da convenção democrata”, cita a BBC.

A sua renúncia deverá satisfazer os partidários de Sanders e poderá acalmar os ânimos, antes do discurso do senador de Vermont, previsto para a noite de segunda-feira.

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