O exercício RT17 decorre entre 5 e 17 de março, envolvendo forças da Bélgica, da Dinamarca, dos Estados Unidos da América, de Espanha, de França e da Holanda, revelou hoje a Força Aérea Portuguesa (FAP).

“O RT17 tem como finalidade avaliar e certificar a capacidade operacional da Força Aérea, garantido desta forma, que as forças participantes estão prontas a cumprir as missões que lhes estão atribuídas”, refere a FAP.

O exercício tem igualmente como objetivo “preparar os militares para missões internacionais em cenários operacionais e proporcionar interoperabilidade entre países e respetivos meios”.

“Desta forma, o RT17 desenrola-se tendo como base o treino, a qualificação e o aprontamento das unidades aéreas, e respetivas tripulações, de forma a dotar as mesmas com as valências necessárias à realização de operações aéreas”, expõe a FAP.

Durante o RT17 serão executadas missões de defesa do espaço aéreo, proteção a helicópteros e viaturas terrestres de transporte em missão humanitária, apoio aéreo próximo a forças terrestres e operações especiais, extração de elementos militares ou civis, com e sem ameaça aérea, lançamento de carga e de paraquedistas.

O exercício inclui ainda missões de “busca e salvamento em zonas de combate, evacuações aeromédicas, operações de cooperação civil – militar, defesa de meios aéreos de importância estratégica, ataque convencional com armamento guiado e de alta precisão a alvos fixos e móveis, ataque convencional a forças marítimas.

De acordo com a FAP, as missões realizam-se em horário diurno e noturno, sublinhando que, “desde o planeamento inicial, foi dedicado um cuidado especial com o impacto do ruído e transtorno por ele causado às populações nas áreas de operações”.

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