Um balanço anterior registava 47 mortos e 90 feridos em estado grave.

Vinte e oito pessoas permanecem desaparecidas, de acordo com o canal estatal CCTV, que citou Cao Lubao, autarca de Yancheng, a cidade em que fica a fábrica, localizada a 260 km de Xangai.

"As identidades das pessoas mortas e desaparecidas estão a ser determinadas a partir de interrogatórios com membros das suas famílias, visitas a residências e exames de ADN", afirmou o autarca.

O sobrevivente resgatado dos escombros este sábado é um homem de 40 anos, informaram as autoridades municipais. O homem foi hospitalizado, mas o seu estado de saúde não foi divulgado.

Quase 600 pessoas receberam atendimento médico após a tragédia.

A explosão de quinta-feira, com origem indeterminada, destruiu casas num raio de vários quilómetros. Provocou uma enorme bola de fogo de dezenas de metros de altura e uma espessa coluna de fumo cinzento.

O governo chinês formou uma comissão de investigação para determinar a origem da catástrofe. As autoridades locais anunciaram várias detenções, mas não revelaram o número exato.

A empresa Tianjiayi Chemical, proprietária da fábrica, foi fundada em 2007 e tinha 195 funcionários. Fabrica produtos químicos altamente inflamáveis.

A empresa já foi acusada por não cumprir as normas ambientais. Em 2015 e 2017, a Tianjiayi Chemical foi condenada a pagar multas por infringir a legislação sobre a gestão de detritos sólidos e águas residuais.

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