"Estamos a trabalhar estreitamente com as autoridades francesas em torno deste terrível crime", informou o Facebook sobre a morte do oficial da polícia Jean-Baptiste Salvaing, de 42 anos, e da sua mulher, Jessica Schneider, de 36.

O assassino, um francês de 25 anos, postou o vídeo minutos depois dos assassinatos, no qual aparentemente lê uma mensagem escrita previamente.

Schneider foi degolada dentro da casa onde vivia com Salvaing, na presença do filho do casal de três anos.

"Os terroristas e os atos de terrorismo não têm lugar no Facebook. Sempre que um conteúdo terrorista chegar aqui, vamos apagá-lo o mais rápido possível".

O agressor, que disse pertencer ao grupo Estado Islâmico (EI), foi morto pela polícia após o ataque, mas o vídeo do crime acabou no Facebook Live, uma nova ferramenta que permite a qualquer utilizador transmitir um evento "em direto".

"Trabalhamos arduamente para encontrar o equilíbrio adequado entre permitir a liberdade de expressão e proporcionar conteúdos seguros e respeitáveis. Estamos profundamente comprometidos em melhorar a utilização de conteúdos para evitar que "violem nossas regras".

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