Haider al-Abadi preveniu no domingo que não proclamaria oficialmente a libertação total do antigo bastião do Estado Islâmico, uma vez que os últimos islamitas não haviam sido ainda eliminados.

Hoje registaram-se “violentos confrontos” no reduto, de cerca de 200 poe 100 metros, onde se encontram os últimos combatentes do EI no centro histórico da cidade, segundo o general Sami al-Aridhi, um dos comandantes das forças de elite do combate ao terrorismo, citado pela AFP.

“Eles (os ‘jihadistas’) não aceitam render-se. Eles gritam ‘Nós não nos rendemos, nós queremos morrer”, acrescentou.

Mas “as operações estão na fase final” e “é provável que (os combates) terminem hoje”, acrescentou.

O general Aridhi disse que as suas tropas foram informadas da presença de entre 3.000 e 4.000 civis na bolsa ‘jihadista’, mas acrescentou que o número não foi confirmado por qualquer fonte independente.

No domingo, Abadi considerou a vitória certa e encarregou as forças de segurança de garantir a segurança da cidade.

Em Bagdad, na praça Tahrir, os habitantes festejaram na última noite a retomada da segunda cidade do Iraque pelas forças iraquianas, apoiadas na sua ofensiva de quase nove meses pela coligação internacional liderada por Washington.

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