A informação foi divulgada na quarta-feira por meios locais, que adiantaram que o centro em causa é do Serviço de Imigração e Controlo de Fronteiras (ICE, na sigla em inglês), no Texas.

Stanton Jones, advogado de Yazmin Juárez, afirmou que o Governo “tinha de dar à menina segurança, condições de higiene e cuidados médicos apropriados, mas não o fez, o que teve consequências trágicas”, segundo um comunicado que distribuiu à imprensa.

Jones especificou que a criança entrou nos EUA com saúde, mas que 20 dias depois foi diagnosticada uma grave infeção respiratória, que lhe foi fatal.

Juárez e a sua filha Mariee procuraram entrar de forma irregular nos EUA, em março passado, mas foram detidas e enviadas para o centro do ICE em Dilley, no Estado do Texas.

Depois de ficar sob custódia, Mariee adoeceu, ficando com febre superior a 38 graus, congestão, diarreia e vómitos.

Apesar desta situação, uma enfermeira deu alta à criança poucos dias depois e autorização para viajar, o que permitiu a Juárez e à filha mudarem-se para Nova Jérsia, depois de terem sido libertadas pelas autoridades.

Porém, a criança não recuperou e faleceu a 10 de maio, num hospital pediátrico de Filadélfia, por insuficiência respiratória continuada.

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