Segundo a PJ, o homem é suspeito de, pelo menos, dez crimes de incêndio florestal, que se registaram em junho, julho e agosto, em freguesias dos dois concelhos.

"O suspeito, presumindo-se o uso de chama direta, colocou vários focos de incêndio em zonas florestais povoadas com pinheiros e mato, próximo de habitações, com uma área ardida de três hectares", explica a PJ, em comunicado.

Os incêndios teriam tido "proporções mais gravosas caso não tivesse havido uma rápida intervenção dos populares e bombeiros", considera a PJ, acrescentando que "a atuação do suspeito colocou em perigo a integridade física e a vida de pessoas, bem como habitações e a grande mancha florestal".

A Diretoria do Centro da PJ contou com a colaboração do Núcleo de Proteção Ambiental da GNR de Mangualde.

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