Os novos projetos piloto são os dos Parques Naturais da Serra de São Mamede, das Serras de Aire e Candeeiros, da Arrábida, do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e da Ria Formosa, a Reserva Natural das Lagoas de Sancha e Santo André e as Paisagens Protegidas da Serra do Açor e da Arriba Fóssil da Costa da Caparica.

A maioria destas zonas, que fazem parte da Rede Nacional de Áreas Protegidas, integra também a Rede Natura 2000.

A opção por replicar planos adotados em 2016 na Peneda Gerês e em 2017 no Douro Internacional e nas Portas de Ródão surgiu porque essas medidas se têm revelado “as mais adequadas” aos objetivos estabelecidos de restauro de ‘habitats’ naturais percorridos por incêndios e de prevenção estrutural, indica a resolução hoje publicada em Diário da República.

Com a experiência adquirida, e perante os resultados até agora obtidos, “justifica-se ampliar este novo modelo de gestão a outras áreas protegidas, criando, assim, uma terceira geração de projetos e dando consistência à pretendida gestão ativa de Parques, Reservas Naturais e Paisagens Protegidas”, acrescenta.

Em causa está um investimento de 8,5 milhões de euros, conforme avançou o ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, em 25 de outubro de 2018, no final de um Conselho de Ministros na Tapada de Mafra, no qual foi aprovada esta medida.

Matos Fernandes afirmou então que estes projetos piloto passam sobretudo pela "prevenção estrutural contra incêndios, que, numa área protegida, é muito mais do que limpar mato e fazer linhas de defesa primária".

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