O Otzma Yehudit concorreu às últimas legislativas israelitas ao lado do Sionismo Religioso, liderado por Bezalel Smotrich, que obteve 14 assentos parlamentares no parlamento (Knesset).

Ben Gvir avançou como condição prévia para se juntar a uma coligação de governo liderada por Netanyahu ficar com a pasta da Segurança Pública, de acordo com o “The Times of Israel”.

Netanyahu, que obteve 32 assentos parlamentares na câmara baixa do Parlamento israelita, evitou ser fotografado com Ben Gvir ao longo da campanha eleitoral, e teve mesmo vários confrontos com o líder da extrema-direita.

Netanyahu começou por reunir-se com o líder do Sionismo Religioso, Bezalel Smotrich, em Jerusalém este domingo, e agora com Gvir, fracassada que foi a tentativa de se aliar ao Yisrael Beitenu, o partido do ministro israelita das Finanças e líder da extrema-direita, Avigdor Lieberman.

Lieberman, que foi um aliado de Netanyahu no início da sua carreira, distanciou-se o ex-primeiro-ministro nos últimos anos e recusou-se a unir forças com este e outros partidos ultraortodoxos, que em 2018 se opuseram a um projeto de lei sobre o alistamento militar de membros da comunidade, numa altura em que liderava a pasta da Defesa.

A direita israelita obteve a maioria absoluta no Knesset, câmara baixa do Parlamento de Israel, nas legislativas de dia 01. O Likud conquistou 32 mandatos, que somados aos 14 do Sionismo Religioso de extrema-direita e aos 18 dos dois partidos ultraortodoxos – Shas (11) e Judaísmo Unido da Torá (7) – representam uma maioria de 64 deputados (mais três do que a maioria absoluta no Knesset, composto por 120 deputados).

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