A candidatura israelita competia com as da Alemanha e da Bélgica por dois lugares dentro do grupo da Europa Ocidental e Outros Países.

“Depois de consultar os nossos parceiros, o Estado de Israel decidiu adiar a sua candidatura para um assento no Conselho de Segurança”, informou a missão israelita em comunicado.

Ainda assim, Israel disse que vai continuar a trabalhar para obter a sua “plena participação e inclusão” nos processos de tomada de decisão da ONU.

A candidatura israelita tinha muito poucas perspetivas de sucesso, dada a inimizade que tem com os países árabes e sua difícil relação com a própria ONU, que acusa de ser parcial contra ela.

Israel nunca fez parte do Conselho de Segurança, onde os Estados Unidos, a França, o Reino Unido, a Rússia e a China têm os cinco assentos fixos e outros dez países têm são membros não permanentes com turnos de dois anos.

As eleições para o biénio 2019-2020 estão previstas para o próximo mês de junho e votam os 193 Estados-membros da organização.

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