“Os trabalhadores portugueses podem continuar a contar com uma grande central sindical para os servir na sua luta por melhores direitos”, afirmou Jerónimo de Sousa, que falava durante um comício no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, no distrito de Évora.

O dirigente comunista comentava assim os trabalhos do Congresso da CGTP, que terminou no sábado, na Arrentela, Seixal, e que ficou marcado pela renovação da direção, com a saída de um terço dos dirigentes do Conselho Nacional e um terço da Comissão Executiva, e pela eleição de Isabel Camarinha para secretária-geral.

Isabel Camarinha foi eleita secretária-geral da CGTP com 115 votos favoráveis entre os 147 elementos do Conselho Nacional da central sindical.

A nova líder da maior central sindical do país recebeu ainda 25 votos brancos e um nulo.

Foi ainda eleita a nova comissão executiva da CGTP, com 134 votos a favor e nove brancos.

Já Ana Avoila vai deixar o sindicalismo, após 34 anos de dedicação exclusiva, passando o testemunho a Sebastião Santana na comissão executiva da CGTP. O sindicalista já assumiu, por sua vez, a liderança da Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSP) no congresso que se realizou há cerca de um mês em Braga.

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