Em declarações à agência lusa, Jerónimo de Sousa lembrou as “muitas iniciativas que o PCP tem tomado numa posição solidária com os professores e os seus objetivos”, sublinhado que na próxima semana irá haver mais “uma audição em torno da questão dos professores”.

O líder comunista frisou que esteve presente na manifestação em solidariedade com os docentes, solidariedade que é ainda “mais forte quando o Governo prometeu contar o tempo [de serviço] total, a progressão nas carreiras e a idade de reforma”.

“O Governo deu uma resposta positiva” às reivindicações dos docentes: “prometeu mas não resolveu”, disse.

Para Jerónimo de Sousa, o Orçamento do Estado tem de encontrar respostas aos problemas da classe docente, sendo que muitas das decisões em causa “são decisões políticas do Governo: para os banqueiros há sempre milhões e para os professores há tostões”.

Durante a manifestação, centenas de professores quiseram tirar ‘selfies’ com o secretário-geral do PCP.

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