“À data de 13 de julho, um total de 1.048.044 pessoas (174.674 famílias) tinha-se deslocado da zona este e oeste de Mossul”, precisou a OIM através de um comunicado, acrescentando que, entre estas, “mais de 825 (137 mil famílias) continuam deslocadas”.

“De acordo com os nossos colegas que operam na região de Mossul, ontem [quinta-feira, 13 de julho] foi o dia em que o total de deslocados ultrapassou o milhão, em função das atividades em curso a este e oeste da cidade, incluindo todas as contagens feitas, desde a ofensiva lançada em outubro para a reconquista de Mossul” ao grupo Estado Islâmico (EI), confirmou, de acordo com a agência France Press, o porta-voz da OIM numa conferência de imprensa.

Em 2014, Mossul, a segunda maior cidade iraquiana, situada nas margens do rio Tigre, no norte do Iraque, contava com cerca de dois milhões de habitantes.

Ao fim de vários meses de combates intensos, as autoridades iraquianas anunciaram na passada segunda-feira a vitória contra os jihadistas do EI, que controlavam Mossul desde junho de 2014, mas é ainda praticamente impossível aceder à cidade velha, onde as operações de erradicação e de desminagem prosseguem.

Ainda assim, muitos habitantes expulsos pelos combates tentam ultrapassar as barreiras e alcançar as casas deixadas.

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