Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado sobre este assunto depois de ter discursado na sessão de abertura do 4.º Congresso dos Jornalistas, no cinema São Jorge, em Lisboa.

Questionado sobre a possibilidade de ser requerida a apreciação parlamentar do diploma e de a descida da TSU ser inviabilizada, o chefe de Estado respondeu: "Eu prefiro não comentar cenários. Penso que devemos esperar para ver o que se passa, se há ou não debate parlamentar, e qual é a decisão desse debate".

"Eu acompanho com atenção o que se passa, mas prefiro não me pronunciar neste momento", acrescentou.

O Presidente da República defendeu que "não falar é preferível a falar, neste momento" e reiterou: "Vamos esperar pelos acontecimentos".

Nestas declarações aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa confirmou que falou por telefone hoje com o Presidente eleito dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump.

"Como, aliás, já foi feito comunicar pelo sítio da Presidência da República, tratou-se de reafirmar laços antigos", disse.

O Presidente da República referiu que "Portugal foi o primeiro país neutral a reconhecer os EUA" e que os dois países estão unidos por "alianças históricas, colaborações por todo o mundo, uma comunidade de quase dois milhões de portugueses e lusodescendentes, uma cooperação de muito tempo nos Açores".

"Isto é, há várias realidades que nos aproximam. Portanto, é positivo saber-se que esta colaboração entre povos, entre nações e entre Estados continua e tem de continuar para além da história, no presente e para o futuro", considerou.

Interrogado sobre o conteúdo da conversa com Trump no que respeita à base das Lajes, o Presidente nada adiantou: "Eu não quero dizer mais nada do que isto, exatamente o que disse".

Interrogado sobre a possibilidade de uma nacionalização temporária do Novo Banco, Marcelo Rebelo de Sousa também não quis falar desse assunto: "É um processo que está em curso. Eu disse que, no fim, sendo caso disso, me pronunciarei".

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