O espanhol Carlos García Juliá, que era considerado um terrorista, encontrava-se foragido da Justiça do seu país desde 1994.

Segundo um comunicado da polícia federal brasileira divulgado hoje, a prisão aconteceu na noite da última quarta-feira, quando o homem foi localizado em São Paulo, maior cidade do Brasil.

Carlos García Juliá estava escondido no Brasil desde 2001 e usava uma identidade falsa em que era identificado como um cidadão da Venezuela, informou a polícia brasileira.

O espanhol teria entrado no Brasil através da fronteira da Venezuela, no estado de Roraima e, aparentemente, trabalhou como motorista de Uber.

O terrorista de extrema-direita, atualmente com 63 anos, tinha 24 anos quando realizou o chamado 'Massacre de Atocha', em 1977, quando invadiu um escritório de advocacia matando cinco pessoas e deixando quatro feridos.

García Juliá chegou a cumprir pena de prisão em Espanha, mas era procurado pelas autoridades judiciais espanholas desde 1994, após ter sido condenado pelo Tribunal Nacional da Espanha a 193 anos de prisão como autor de cinco assassinatos.

O ataque, conhecido pelo nome da rua onde ocorreu, transformou-se em Espanha num dos símbolos do regresso da democracia na Espanha.

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