"Foram cumpridos os objetivos que pretendíamos, que era alertar e sensibilizar a população para a necessidade de acabar com estes espetáculos bárbaros. Conseguimos. Estou muito satisfeito com a participação - meia centenas de pessoas que mostraram a sua indignação", afirmou hoje à Lusa o porta-voz do movimento cívico, Pedro Silva.

O protesto decorreu entre as 16:30 e as 19:00, e foi acompanhado de perto pela PSP.

Contactado pela Lusa, o segundo comandante da PSP, Raul Curva, referiu que a manifestação decorreu de forma "pacífica, sem incidentes".

Raul Curva adiantou que "os manifestantes ficaram concentrados à entrada da Expolima", onde cerca das 18:00, numa arena amovível, teve início um espetáculo tauromáquico, numa organização da Associação Concelhia das Feiras Novas, "numa zona previamente definida pela polícia".

A ação, divulgada através das redes sociais, numa página intitulada "Ponte de Lima Sem Tauromaquia", criada em 2014, contou com a participação de Hélder Silva, ativista de Setúbal que, em agosto, invadiu a praça de Touros de Albufeira.

Os ativistas, munidos de apitos e megafones, empunharam cartazes e entoaram palavras de ordem como "Gente civilizada não vai à tourada", "Tourada é tortura não é arte, nem cultura", "Tourada é cobardia não é valentia".

As corridas de touros regressaram ao programa das Feiras Novas, em 2014, depois de oito anos de interregno.

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