“Tem e teve-o no passado. Quando a covid afetou a sociedade o metro já estava a funcionar muitíssimo melhor do que há três anos. Repito, temos mais comboios a circular e um conjunto de intervenções que vão sendo feitas e completadas”, afirmou João Matos Fernandes.

O governante, que falava esta manhã aos jornalistas, após a cerimónia de reabertura do átrio norte da estação de metro do Areeiro, sublinhou que o mês de setembro será também o momento de retoma da procura, após meses de quebra devido à pandemia.

“O que nós sentimos foi uma grande quebra na procura. Tem vindo a recuperar e vamos acreditar que o mês de setembro, que é o mês do regresso às aulas, vai fazer com que essa procura também recupere”, apontou.

Nesse sentido, João Matos Fernandes ressalvou que a regra dos dois terços de ocupação “tem sido largamente cumprida no metro de Lisboa e no comum das empresas de transporte” tuteladas pelo Ministério do Ambiente (transportes urbanos).

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 832 mil mortos e infetou mais de 24,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.809 pessoas das 56.673 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A generalidade de Portugal continental continuará em alerta e a Área Metropolitana de Lisboa em contingência na primeira quinzena de setembro devido à pandemia de covid-19, passando todo o continente à situação de contingência em 15 de setembro, para que se possam definir as medidas necessárias “em cada área para preparar o regresso às aulas e o regresso de muitos portugueses ao seu local de trabalho”, disse na quinta-feira a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

Nas ilhas, no início do mês, o Governo da Madeira já anunciou a manutenção da situação de calamidade até 31 de setembro, enquanto nos Açores foi deliberado prorrogar até às 24:00 de 01 de setembro a situação de calamidade pública nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, Pico e Faial (as ilhas que têm ligações aéreas ao exterior do arquipélago), bem como a situação de alerta nas ilhas Graciosa, São Jorge, Flores e Corvo.

A situação de alerta, aquela em que o país se encontrava antes de ser decretado o estado de emergência em 18 de março, é o nível mais baixo de intervenção previsto na Lei de Bases de Proteção Civil, depois da situação de contingência e de calamidade (mais elevado).

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