Fontes do Ministério da Cultura revelaram à agência Efe que a comparência de Màxim Huerta perante a comunicação social se realiza às 19:00 locais, menos uma hora em Lisboa.

De acordo com a Efe, Huerta defraudou a Fazenda Pública em 218.000 euros, nos exercícios fiscais de 2007 a 2009.

A agência noticiosa espanhola referiu ainda que o novo ministro, empossado há menos de uma semana, liquidou já o montante de 366.000 euros, o valor que o Fisco reclamava.

Huerta recorria a uma sociedade, a Almaximo Profesionals de la Imagen SL, que lhe permitia menor tributação de um rendimento que auferia na cadeia de televisão Telecinco, com a participação no Programa de Ana Rosa.

A opção do jornalista era para que evitasse a tributação no regime geral, com tabela mais gravosa.

A Agência Tributária detetou a fraude e foi ratificada pela Justiça em maio do ano passado.

Em intervenção numa rádio espanhola, o elemento do Governo de Pedro Sánchez referiu que "este assunto não diz respeito ao ministro da Cultura e Desporto, é um caso de Màxim Huerta de alguns anos".

Màxim Huerta garantiu que "um critério mudou", mas que assumiu "de pronto a responsabilidade como cidadão, como aconteceu com centenas de jornalistas, criadores e artistas na época".

O diário espanhol El Mundo referiu que Huerta esteve no Palácio da Moncloa, para apresentar a demissão a Pedro Sánchez.

O El País também fala na saída de Huerta do Governo, citando o ministro: "Isto não faz sentido e vou demitir-me!".

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