Ronaldo tinha dito que são “totalmente falsas” as acusações que o governante lhe direcionou, de que teria rompido o protocolo sanitário em 5 de outubro, quando deixou o confinamento da Juventus para se juntar à seleção.

“Estes grandes campeões sentem-se sempre acima dos outros”, atirou o ministro, à cadeia de televisão italiana La 7.

Segundo Spadafora, o que é “objetivo é que quando Ronaldo deixou Itália para se concentrar com a seleção portuguesa violou o protocolo”, tendo sido aberta uma investigação oficial ao comportamento do português.

Em 16 de outubro, Spadafora já tinha classificado a atitude do avançado português como “arrogante e desrespeitosa” em período de pandemia de covid-19, além de o acusar de mentir quando disse ter tido o cuidado de “fazer as coisas bem, com autorizações”, numa altura em que está assintomático apesar do teste positivo, registado já quando estava junto da comitiva lusa.

Segundo defende a Juventus, Cristiano Ronaldo “regressou a Itália num voo médico autorizado pelas autoridades sanitárias competentes, a pedido do jogador, e continuará o seu isolamento em casa”.

O capitão da seleção portuguesa estava desde o dia 13 em isolamento na Cidade do Futebol, em Oeiras, depois de ter testado positivo ao novo coronavírus.

Ronaldo estava no estágio da seleção portuguesa, depois de ter defrontado a Espanha (0-0), em jogo particular, em 07 de outubro, em Lisboa, e a França (0-0), no domingo, em Saint-Denis, para a Liga das Nações, tendo sido dispensado do encontro diante da Suécia.

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