Jean-Yves Le Drian acrescentou que "2016 deve ser lembrando com o ano de uma grande viragem na nossa luta contra o suposto Exército Islâmico, o ano da libertação dos grandes centros populacionais que ainda controla, Raqa e Mossul". O ano de "2016 deve ser o ano do começo do fim para o Daesh", insistiu durante uma visita ao serviço de contraterrorismo iraquiano (TIC), uma unidade de elite que depende do primeiro-ministro Haider al Abadi.

O ministro francês pediu para aumentar a "pressão" sobre o EI, que está em declínio. "A situação na região dobrou uma esquina entre o final do ano passado e o início deste (...) o Daesh perdeu a iniciativa", ressaltou. Mencionando as recentes perdas territoriais do EI, casos da cidade iraquiana de Ramadi e da síria Palmira - cujo controlo foi recuperado pelo exército sírio, com a ajuda de forças russas -, Le Drian reiterou a necessidade de aumentar essa vantagem. Mas, "como está encurralado, o Daesh é mais perigoso do que nunca", disse, lembrando que o grupo jihadista continua a ser uma grande ameaça terrorista, especialmente na Europa, onde reivindicou os ataques em Paris e Bruxelas (162 mortos no total).

Devemos continuar a agir para que os "seus recursos, os seus chefes, a sua capacidade de planear ataques em solo europeu sejam atingidos e reduzidos", acrescentou. "Esta pressão aumentará a probabilidade de que este movimento quebre, que os que se uniram a ele por oportunismo se afastem", afirmou Le Drian, para quem "é uma certeza que o Daesh será vencido". 

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