Em comunicado, a Diretoria do Norte da PJ diz que o crime terá ocorrido na tarde de 14 de julho, “na sequência de mais uma discussão entre a arguida e a sua mãe”, acrescentando que a filha tinha regressado à casa da progenitora, no concelho de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, em março deste ano.

“O relacionamento entre mãe e filha sempre foi marcado por conflitos, sendo que em data prévia ao homicídio, a arguida terá causado a queda daquela, cuja locomoção ficou limitada desde então. Naquela tarde [de 14 de julho], após nova discussão, terá acabado por asfixiar a progenitora”, explica a PJ.

Desde o dia dos factos, refere ainda o comunicado, a arguida “pernoitou em vários hotéis e pensões, efetuando levantamentos e pagamentos com os cartões bancários da sua mãe, até que no dia de ontem [quinta-feira] se apresentou às autoridades”.

A detida está indiciada pelo crime de homicídio qualificado, encontrava-se desempregada e tinha antecedentes criminais por ofensas à integridade física e peculato (crime que consiste no desvio ou no roubo de dinheiros públicos).

A arguida vai ser presente a primeiro interrogatório judicial a um juiz de instrução criminal para aplicação das medidas de coação.

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