Os investigadores, que divulgaram hoje as conclusões num encontro médico em Chicago, nos Estados Unidos, acreditam que poderá ser uma mudança de paradigma no combate à doença, que tem baixa taxa de sobrevivência, desde que o tumor seja detetado e removido cirurgicamente antes de se espalhar.

Dois terços dos doentes conseguiram sobreviver mais três anos com a nova terapia em relação aos que receberam os tratamentos habituais.

A nova terapia foi usada em 500 doentes, a quem foi ministrado um medicamento chamado 'folfirinox', que junta quatro substâncias usadas em quimioterapia, em testes de comparação com a terapia habitual com um medicamento denominado 'gemzar'.

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