As vítimas mais recentemente contabilizadas encontravam-se hospitalizadas no Hospital Middlemore de Auckland e a outra no Hospital Waikato, em Hamilton.

Hoje, o vulcão Whakaari, que entrou em erupção na segunda-feira, liberou mais vapor e lama, o que levou as autoridades a adiar os planos para recuperar os corpos.

Os tremores vulcânicos em White Island tinham aumentado de intensidade até atingirem níveis que não eram registados desde a erupção em 2016, segundo a agência governamental de monitorização sísmica GeoNet.

Este organismo estima um risco de uma nova erupção nas próximas 24 horas na ordem dos 40% a 60%.

Entretanto, a Austrália estava a tratar do envio de um avião militar para trazer alguns dos australianos feridos na erupção para a Austrália para receberem cuidados médicos especializados.

As autoridades esperam transportar 10 feridos para os Estados de New South Wales e Victoria, a partir de quinta-feira.

Na segunda-feira, dia da erupção, foram confirmados seis mortos. Os corpos de outros oito mortos estarão na ilha coberta de cinzas. Outras 30 pessoas continuam hospitalizadas, incluindo 25 em estado crítico.

Muitos dos feridos que sofreram queimaduras graves têm sido tratados em unidades de queimados na Nova Zelândia.

Das 47 pessoas da ilha no momento da erupção, com idades entre 13 e 72 anos, 24 eram da Austrália, nove dos Estados Unidos, cinco da Nova Zelândia, quatro da Alemanha, dois da China, dois do Reino Unido e um da Malásia.

A erupção do vulcão enviou uma coluna de vapor e cinzas estimada em 3.660 metros (12.000 pés) para o ar.

Na sequência desta erupção, várias pessoas têm-se questionado sobre a razão de os turistas terem sido autorizados a visitar a ilha após os responsáveis pela monitorização sísmica terem elevado o nível de alerta no mês passado.

Todos os anos mais de 10 mil pessoas visitam a ilha.

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