Espera-se que Ronni Gamzu, o novo coordenador nacional para a pandemia de covid-19, apresente hoje o plano para deter a propagação da “segunda vaga” apesar da implementação de medidas como o uso de máscaras de proteção sanitária.

De acordo com a imprensa local, Gamzu quer evitar um novo confinamento que parecia iminente nas últimas semanas, tendo o ministro da Saúde, Yuli Edelstein, admitido como “situação inevitável” quando foram ultrapassados os mil casos diários.

Os casos positivos contabilizados nas últimas 24 horas elevam o número total para os 64.649 desde que foi registado o primeiro caso no país, em finais de fevereiro.

Atualmente são poucas as restrições aplicadas pelas autoridades israelitas: não há limitações em relação ao movimento de pessoas e a maior parte dos estabelecimentos comerciais estão a funcionar apesar do “encerramento parcial” durante o fim de semana.

O país continua a restringir a entrada a estrangeiros e a turistas e foi imposta aos cidadãos israelitas que chegam a Israel uma quarentena de 14 dias.

Nas últimas semanas instalou-se uma polémica entre o governo e a Comissão Parlamentar formada para supervisionar a resposta à pandemia e que anulou várias medidas anunciadas pelas autoridades, incluindo o encerramento total de restaurantes e ginásios.

Ao mesmo tempo cresce um movimento de contestação contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pela forma “irresponsável” como geriu a crise sanitária desde o princípio provocando uma crise económica.

Têm-se realizado manifestações contra o Governo sendo que os manifestantes também acusam o primeiro-ministro de corrupção, devido aos casos judicial em curso contra Netanyahu.

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