Um Obama descontraído ensaiou os passos do "2x4", o ritmo do tango, a convite da dançarina Mora Godoy, enquanto Michelle Obama era conduzida pelo dançarino José Lugones, em Buenos Aires, a terra adotiva de Carlos Gardel (1890-1935). "Ele (Obama) disse-me que não sabia dançar e eu disse-lhe para se deixar conduzir. Respondeu 'ok' e começou a dançar, mas acabou por ser ele a conduzir-me, porque é um bom dançarino", revelou Godoy ao jornal La Nación.

Antes do jantar, Obama fez um rápido discurso, no qual citou o escritor argentino Jorge Luis Borges e brindou ao "direito inviolável de se ter esperança". A dança de Obama foi festejada pelos convidados do jantar em homenagem ao presidente, realizado no Centro Cultural Kirchner, um prédio histórico e majestoso reinaugurado no ano passado.

No decurso desta visita, Obama tinha dito que queria marcar um novo começo nas relações entre a Argentina e os EUA. Mas há quem não encare esta visita com bons olhos, uma vez que ela coincide com o 40º aniversário do golpe de 24 de março de 1976, que pôs no poder uma ditadura militar de direita. Os EUA começaram por apoiar este governo militar, que entre 1976 e 1983 levou à morte de cerca de 30 mil pessoas.

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