O apelo, lançado pelo Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, na sigla em inglês), destina-se aos países doadores e é para ser concretizado até ao final do ano.

Em comunicado de imprensa, a OCHA explica que o plano abrange “apenas um número limitado de pessoas necessitadas”, e representa um “esforço coletivo para coordenar e intensificar a resposta humanitária em curso”.

“O plano visa mitigar significativamente o impacto da crise nas populações mais vulneráveis ??do país”, acrescenta-se na nota.

A Venezuela vive uma crise social e política, com reflexos humanitários, desde que em janeiro passado Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional – onde a oposição é maioritária -, se autoproclamou Presidente interino, questionando e desafiando a legitimidade do chefe de Estado Nicolás Maduro.

O plano “inclui 1,2 milhões de meninas e meninos, nas áreas de saúde, água, saneamento e higiene, segurança alimentar, nutrição, proteção, abrigo e itens não alimentares e educação”, disse Peter Grohmann, coordenador humanitário da Venezuela, no texto de apresentação do apelo.

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