Carla Martins e Miguel Sande, os pais da bebé Matilde, afirmaram ao Jornal de Notícias que nunca foram ouvidos em qualquer inquérito pelo Ministério Público sobre a "a angariação de fundos" feita no decorrer de 2019 para comprar o medicamento mais caro do mundo, a Zolgensma, para ajudar no tratamento da criança que nasceu com atrofia espinhal muscular tipo I.

O dinheiro acabou por não ser utilizado, depois de o Estado ter assumido os custos do fármaco, que à data apenas estava aprovado nos Estados Unidos. O dinheiro, cerca de 2,5 milhões de euros, permaneceu na posse do casal para continuar a financiar eventuais tratamentos que a Matilde precisasse, bem como outras crianças.

Na quinta-feira, o Correio da Manhã noticiou que a Procuradoria-Geral da República está a investigar a movimentação do valor angariado, embora os pais da criança digam também que nunca foram questionados sobre o MP sobre "a forma como estão a gerir o dinheiro".

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