Os sete países, que estão entre os mais importantes da organização, pretendem punir o Governo de Nicolas Maduro, que acusam de realizar um “verdadeiro ataque” contra a democracia.

O ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, afirmou que o pedido para suspender o país da OEA é um ato de "desespero e ridículo", uma vez que Caracas está quase fora da organização por sua própria vontade.

Numa conferência de imprensa realizada num dos intervalos da sessão plenária do 70.º Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), que está a decorrer em Washington, Arreaza lembrou que Venezuela está numa situação de “pré-aviso ", como quando um funcionário alerta seu empregador de que ele para sair da empresa.

"Estamos a ir embora, estamos a sair. Estas pretensões, de expulsão ou suspensão, por favor (…). Nós já saímos", disse Jorge Arreaza.

A Venezuela recebe nesta reunião anual a atenção para a crise económica, social e política que o país sofre, existindo também alegações de violações dos Direitos Humanos

A suspensão da Venezuela da OEA está a ganhar apoio entre os países-membros da organização, que já conta com os 18 votos necessários para iniciar o processo, disseram fontes diplomáticas, segundo a agência Efe.

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