Em comunicado, o partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) explicou que, no dia 10 de setembro, um touro “foi morto à paulada e com farpas depois de ter rasgado a zona do períneo de um indivíduo no decurso de uma largada”.

Neste evento, segundo o mesmo documento, morreu ainda outro touro, “alegadamente por ter partido a coluna”.

“O animal morreu em plena via pública, sob o olhar de adultos e crianças, sem que ninguém lhe tivesse prestado qualquer auxílio ou chamado um médico-veterinário para mitigar o seu sofrimento”, descreveu.

O PAN questionou o Ministério da Administração Interna, para esclarecer se o evento contava com a presença de órgãos de polícia criminal, se foram levantados autos de contraordenação e se algum deles foi relativo “às situações apontadas que levaram à morte dos touros”.

Segundo um comunicado divulgado na segunda-feira pela GNR, nas Festas da Moita foram elaborados 136 autos de contraordenação, dos quais 70 por consumo de droga e 66 por infrações rodoviárias.

Foi também detido um homem que atropelou várias pessoas, matando uma jovem de 17 anos.

Já ao Ministério da Cultura, o PAN perguntou se a Inspeção-Geral das Atividades Culturais tomou conhecimento destes factos e que providências pensa tomar para “impedir este género de situações”.

O partido perguntou ainda ao Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural se este tipo de eventos com largadas de touros costuma ter “a presença de algum médico-veterinário” e de que forma a Direção-Geral de Alimentação Veterinária fiscaliza as iniciativas que envolvem animais.

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