Em comunicado, o PAN diz que "endereçou um pedido de esclarecimentos ao Ministério da Administração Interna relativamente ao Programa Universidade Segura, nomeadamente sobre as áreas de atuação, ações desenvolvidas, se está previsto o seu alargamento e quais as principais dificuldades apontadas pelos agentes e responsáveis na sua operacionalização".

De acordo com a mesma nota, o partido questionou também o executivo de António Costa sobre o número de casos de criminalidade violenta juvenil registados desde 2016, altura em que um jovem estudante da Universidade do Porto foi vítima.

O PAN quis saber também que “medidas preventivas pretende o Governo encetar nesta matéria".

Neste âmbito, o partido promete ainda "dar entrada de uma série de iniciativas legislativas".

Ainda na mesma nota, o PAN referiu que, ao longo dos últimos anos, "vários têm sido os alertas dos diretores de Instituições de Ensino Superior relativamente às situações de insegurança vivenciadas no contexto académico".

O partido recorda que "foram registadas 13981 participações relacionadas com a criminalidade violenta e grave em 2018, segundo o último Relatório Anual de Segurança Interna publicado".

Faro, Lisboa, Porto e Setúbal foram os distritos com maior expressão, lembrou.

“Estas situações fazem-nos sentir uma grande preocupação e revolta e manifestamos o nosso pesar e consternação. É urgente saber o que pretende o Governo fazer face a estas situações, nomeadamente no que concerne à prevenção de situações futuras e à perceção de insegurança que se vivencia nestes contextos", questiona a deputada do PAN Bebiana Cunha, citada no comunicado.

A deputada esteve presente este sábado na vigília de homenagem ao cabo-verdiano Luís Giovani, que decorreu à tarde junto à Estação da Trindade, no Porto.

Esta foi uma das iniciativas que decorreram em várias cidades de Portugal e no estrangeiro, de homenagem ao jovem cabo-verdiano, mas também contra a violência.

O Grupo Parlamentar do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) apresentou um voto de pesar pela morte violenta de dois jovens, no final de 2019, Pedro Fonseca, 24 anos, e Giovani dos Santos, 21 anos.

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