“Fui alertado esta tarde para uma página de Facebook que me é supostamente atribuída e onde foi colocada, no passado dia 23, uma mensagem em meu nome de apoio a um dos candidatos que disputa a liderança do PSD nas eleições diretas que terão lugar no próximo dia 27. Na verdade, não disponho de qualquer conta de Facebook e este tipo de mensagem deve ser denunciado já que é falso e totalmente abusivo”, refere o antigo líder do PSD, numa nota escrita enviada à Lusa.

Pedro Passos Coelho salienta que, como militante do PSD, não deixará de “responsavelmente de participar na votação” de sábado.

“Mas, como tenho feito até aqui desde que deixei a presidência do PSD, não intervim publicamente manifestando apoio a qualquer candidatura, nem o irei fazer nestas eleições, ao contrário do que indiciam estas mensagens que têm sido partilhadas a partir desta página de Facebook fraudulenta”, refere.

“Não posso deixar de condenar o abuso inaceitável deste tipo de aproveitamento com usurpação de identidade que não está ao nível das tradições democráticas do meu partido, acrescentou.

A Lusa constatou a existências de páginas falsas atribuídas a Pedro Passos Coelho, nas quais se diz que Rui Rio seria a “melhor escolha” para presidente do PSD e um “excelente primeiro-ministro”.

As eleições diretas para escolher o próximo presidente do PSD realizam-se no sábado e serão disputadas entre Rui Rio e o eurodeputado Paulo Rangel.

Na quarta-feira, na fundação Calouste Gulbenkian, depois de ter assistido à apresentação do novo livro da jornalista Maria João Avillez, intitulado “As sete estações da democracia”, Pedro Passos Coelho recusou-se a comentar a disputa interna no PSD, dizendo apenas “julgar” já ter escolhido o seu candidato.

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