A sentença foi declarada na segunda-feira no tribunal criminal central de Old Bailey, em Londres, após um julgamento que se prolongou por três semanas.

O crime sucedeu a 21 de julho de 2016, quando Bradley Quaresma, de 20 anos, foi apunhalado mortalmente às 15:10 horas em Stratford Park, no este de Londres, durante uma discussão entre ambos, que estavam com um grupo de jovens.

No tribunal, foi descrito como Mário Te, atualmente com 21 anos, fugiu, se desfez da arma e tentou sair do país ajudado por familiares. Acabou por ser capturado ao sair do comboio em França e enviado de volta ao Reino Unido.

Durante o julgamento, parte das discussões centraram-se em como Mário Te teve acesso à arma, que, segundo a polícia, estava escondida no parque.

Porém, o júri decretou que o homicídio não foi premeditado, mas involuntário.

Num depoimento transmitido pela polícia britânica, a família de Bradley Quaresma referiu a "saudade" que sente do jovem, que descreve como "adorável" e "carismático" e que pretendia estudar arquitetura na universidade.

"O 21 de julho será para sempre um dia negro para nós. Não passa um dia sem que Bradley Quaresma não seja lembrado pelo seu sorriso contagioso, o seu amor pela família e pelo se bom coração, mas o dia 21 foi o dia em que tudo isso acabou, em que o nosso mundo acabou", lamentou.

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