“Solicito à procuradoria-geral a realização de uma investigação exaustiva”, afirmou o presidente, acrescentando: “É chocante para todos os afegãos. Qualquer forma de má conduta contra homens ou mulheres é inaceitável. Não vou tolerar violência sexual”.

O jornal britânico, citando fontes da equipa, refere que os abusos terão ocorrido em fevereiro deste ano nas instalações da federação e num centro de estágio.

O The Guardian cita também Khalida Popal, uma antiga futebolista e treinadora afegã forçada a sair do país em 2016 e atualmente exilada na Dinamarca, que denunciou a existência de abusos sexuais, violações e ameaças de morte.

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