“Os portugueses estão, sobretudo, mais descrispados, otimistas. Não sei, só perguntando aos portugueses. Estão mais descrispados porque pensam que há hoje um clima sem a tensão que se vivia há um ano quando foi formado um governo e depois formado outro governo e o país ficou dividido em dois”, disse.

À margem da 18.ª edição do Prémio do Jovem Empreendedor, no Porto, o chefe de Estado reagiu assim quando confrontado com uma sondagem em que 71% dos portugueses acredita que o governo de António Costa vai durar até ao final da legislatura.

“Em dezembro de 2015 eram metade os que acreditavam num governo até ao fim do mandato (35%) e quase o triplo os que prognosticavam a sua caducidade (52%)”, salientou a sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1, Jornal de Notícias e Diário de Notícias.

Questionado sobre a sondagem, o Presidente da República salientou que não tem de ter opiniões políticas sobre essa matéria, apenas tem de garantir que o governo governa o melhor possível a pensar nos portugueses.

“Espero que no ano que vem, além de estabilização política e social, haja mais investimento, mais exportações, mais crescimento e, se assim for, até porque é ano de eleições autárquicas, veremos se se cria de forma sustentada uma situação que permita que o rigor orçamental seja um rigor que não pese muito na vida dos portugueses”, frisou.

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