A próxima reunião do G20 realiza-se na sexta-feira e no sábado, em Hamburgo, na Alemanha.

Michel Temer havia declinado participar na cimeira para se defender da acusação criminal que lhe foi imputada pelo procurador-geral do Brasil, Rodrigo Janot.

O chefe de Estado estará fora do Brasil na mesma semana em que a Câmara dos Deputados (câmara baixa do Parlamento) começará a analisar a denúncia de que é alvo, que pede a abertura de um processo de corrupção passiva.

Se os deputados autorizarem o avanço deste processo, o Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil irá julgá-lo.

Neste caso, Michel Temer será suspenso do cargo por um prazo até 180 dias e pode ser destituído se for considerado culpado do crime de corrupção passiva.

A denúncia contra Michel Temer é baseada em testemunhos dados à Justiça por vários executivos do grupo empresarial JBS, que o acusaram de aceitar subornos desde 2010.

O dono da JBS, Joesley Batista, também entregou aos investigadores uma gravação na qual o Presidente brasileiro escuta em silêncio o executivo confessar possíveis crimes sem o denunciar às autoridades policiais.

A Alemanha ocupa desde dezembro do ano passado, pela terceira vez, a presidência do G20.

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