O tribunal ordenou ainda, no contexto das medidas de coação, que o arguido, de 43 anos, padrasto da vítima, aguarde julgamento sujeito a pulseira eletrónica.

Segundo a PJ, a vítima é "uma jovem de 19 anos com notório défice cognitivo".

Os factos, segundo a autoridade policial, "terão ocorrido durante os últimos quatro anos, quando a vítima tinha 15 anos, na residência de ambos e no veículo do arguido, tendo cessado apenas com a institucionalização" da jovem.

O arguido é solteiro e eletricista de profissão.

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