Os indícios foram anunciados esta sexta-feira pelo procurador-geral adjunto dos Estados Unidos, Rod Rosenstein, esta sexta-feira, dia 13. E a denúncia foi elaborada e escrita pelo procurador especial Robert Mueller, responsável por uma investigação sobre a suspeita de ingerência da Rússia nas eleições presidenciais norte-americanas de 2016.

A Associated Press divulgou o documento da acusação.

Os russos são acusados de piratear a rede dos computadores do Comité do Partido Democrata, o Comité de Campanha Democrata para o Congresso e a campanha presidencial de Hillary Clinton, e de divulgar publicamente e-mails roubados, datados de meses antes da eleição.

“A internet permite que adversários estrangeiros ataquem americanos de novas e inesperadas formas”, disse Rosenstein. “Eleições livres e justas são uma luta dura e contenciosa. Existirão sempre adversários que irão trabalhar para exacerbar as diferenças internas e tentar confundir, dividir e conquistar as pessoas”, afirmou o procurador-geral adjunto.

Antes de sexta-feira, 20 pessoas e três empresas foram indiciadas na investigação de Mueller. O grupo inclui quatro antigos membros da campanha de Trump e assessores da Casa Branca e 13 russos acusados de participar uma campanha de comunicação social escondida, mas poderosa, para influenciar a opinião pública norte-americana na eleição de 2016.

Rosenstein, disse ter informado Donald Trump sobre a acusação, sublinando que não há nenhuma alegação de que o hacker tenha alterado qualquer contagem de votos ou que algum americano esteja conscientemente em comunicação com algum dos oficiais russos.

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