“A estrutura da prova é muito semelhante à do ano letivo anterior. A prova, tal como em 2017, é globalmente bastante acessível, sendo a maioria dos itens de resolução imediata ou complexidade reduzida. Em particular certos problemas, como o 3, 5.1, 7.1 e 10 são de tal forma imediatos que a sua inclusão parece mesmo inapropriada num exame de final de ciclo. Além disso, o exame não contempla qualquer problema que permita distinguir alunos de nível 5”, defendeu a sociedade científica sobre a prova hoje aplicada aos alunos do 3.º ciclo, num comunicado enviado à agência Lusa.

Mais de 95 mil alunos do 9.º ano fizeram hoje a prova final de Matemática, de acordo com dados estatísticos divulgados pelo Júri Nacional de Exames.

Para a SPM, “a prova está em conformidade com os conteúdos do programa e metas estabelecidas, não contém incorreções, todos os enunciados estão claros e a extensão está adequada ao tempo de realização”, mas é insuficiente para avaliar os conhecimentos dos alunos.

Em alguns exercícios, defendeu a SPM, os alunos "são conduzidos” às respostas, uma vez que se apresentam “sugestões que esvaziam os problemas de complexidade e noutros não são pedidas justificações às respostas.

A SPM deixa ainda críticas aos critérios de correção, que, à semelhança de 2017, voltam a “atribuir níveis de desempenho” a alguns exercícios atribuindo “metade da cotação a respostas integralmente erradas”.

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