Segundo a mesma fonte, a informação sobre a data da realização da assembleia geral foi fornecida a elementos da atual direção pelo presidente da assembleia geral da instituição de solidariedade social.

A Raríssimas - Associação Nacional de Doenças Mentais e Raras está envolta em polémica após uma reportagem da TVI na qual foram mostrados documentos que colocam em causa a gestão de Paula Brito e Costa, que alegadamente terá usado dinheiro do Estado e de donativos para vários gastos pessoais.

Ex-presidente da Raríssimas já tinha saído de outra associação depois de serem descobertas despesas não autorizadas
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Paula Brito e Costa, anunciou na terça-feira, ao Expresso, que se demitia do cargo, mas até ao momento desconhece-se se formalmente já apresentou a demissão.

Elementos da Inspeção-geral do Ministério do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social estão a realizar uma inspeção a pedido do ministro do Trabalho, Solidariedade Social e Trabalho.

O Ministério Público estava também a investigar a instituição, após uma denúncia anónima.

A Raríssimas foi fundada em abril de 2012 para apoiar pessoas com doenças raras, que se estima afetarem cerca de 800 mil portugueses.

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