Na sequência de um incidente ocorrido no passado dia 04 de dezembro de 2020 num voo da Japan Airlines, “a FAA examinou os dossiês de inspeções efetuadas e o histórico de manutenção do motor e procedeu a um exame metalúrgico de um fragmento da pá do ventilador para determinar a causa da fratura”, indicou o regulador numa mensagem enviada à AFP.

O regulador estava a avaliar a necessidade de reforçar as inspeções, segundo um porta-voz.

No sábado, um Boeing 777-220 da companhia norte-americana United Airlines, que descolou de Denver, Colorado, com destino a Honolulu, no Hawai, com 231 passageiros e 10 membros da tripulação a bordo, foi forçado a regressar ao aeroporto de onde partiu, depois de o motor direito se incendiar em pleno voo.

O avião aterrou em segurança no aeroporto de Denver e ninguém ficou ferido.

No domingo, o regulador norte-americano da aviação exigiu inspeções urgentes aos aviões Boeing 777 equipados com o mesmo tipo de motor e no dia seguinte foi anunciado que a Boeing recomendou a suspensão de voos com 128 aviões do modelo 777 com motores Pratt & Whitney 4000-112 enquanto decorrem as investigações ao ocorrido.

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