“Temos observado várias vezes que estes ataques mortais, que têm todas as características de crimes de guerra, tornaram-se praticamente uma rotina diária para os aviões da coligação internacional”, afirmou em comunicado o porta-voz do ministro da Defesa da Rússia, Igor Konashenkov.

O porta-voz adiantou que “segundo testemunhos presenciais, uma procissão fúnebre foi confundida com um grupo de guerrilheiros. Morreram dezenas de civis iraquianos, incluindo mulheres e filhos”.

Igor Konashenkov especificou que o ataque teve lugar na sexta-feira, na pequena aldeia iraquiana de Dakik — situada 30 quilómetros a sul de Kirkuk, onde não há presença de combatentes do grupo extremista Estado Islâmico.

Konashenkov criticou que “os bombardeamentos da coligação atinjam com demasiada assiduidade casamentos, procissões fúnebres, hospitais e abrigos humanitários”.

Paralelamente, Moscovo assegurou hoje que, mesmo que a operação militar contra o Estado Islâmico em curso em Mossul (norte do Iraque) esteja relacionada com a campanha eleitoral nos EUA, a Rússia a saudará caso conduza à derrota dos ‘jihadistas’.

O Kremlin insistiu ainda que considera “inegociável” a integridade territorial do Iraque.

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