O embaixador dos EUA em Moscovo, John Huntsman, foi convocado para lhe serem comunicadas as medidas de represália à recente decisão do seu país em expulsar diplomatas russos.

O ministro dos Negócios Estrangeiros russos, Serguei Lavrov, precisou que as medidas são similares às adotadas na segunda-feira por Washington, que expulsou 60 diplomatas russos.

As medidas “incluem a expulsão do mesmo número de diplomatas e a retirada de acreditação do consulado geral dos Estados Unidos em São Petersburgo”, no noroeste da Rússia, precisou Lavrov em conferência de imprensa.

Este anúncio constitui a primeira resposta do Kremlin à crise político-diplomática motivada pelo envenenamento em território britânico do ex-espião duplo Serguei Skripal e de sua filha Yulia.

As autoridades britânicas afirmaram que os dois foram envenenados com um agente neurotóxico de tipo militar e responsabilizaram a Rússia pelo incidente que classificaram como um ataque.
Moscovo nega qualquer envolvimento no caso, que já provocou uma grave crise diplomática entre a Rússia e o Ocidente.

O caso Skripal já deu origem a uma ação concertada de 27 países, entre os quais dois terços dos Estados membros da União Europeia (UE) de expulsão de mais de 140 diplomatas russo

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