De acordo com a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), no décimo dia de greve o número total de juízes de primeira instância abrangidos pela convocatória da greve foi de 222.

Nos tribunais administrativos e fiscais de Leiria e de Loulé a adesão foi de 95% dos juízes.

Nos 79 juízos locais cíveis, a percentagem de juízes que não compareceu ao serviço foi de cerca de 72%. Em cerca de 65% dos juízos locais cíveis, o número de juízes que não compareceu no tribunal foi de 100%.

A greve de 21 dias intercalados, marcada entre 20 de novembro deste ano e outubro de 2019, resulta da contestação em torno da proposta de revisão do Estatuto dos Magistrados Judiciais, que a associação sindical considera estar incompleta, nomeadamente em matéria remuneratória.

Considera a ASJP que os juízes não podem aceitar que se aprove um Estatuto que não assegure de forma adequada o aprofundamento da independência judicial nem resolva bloqueios na carreira com quase três décadas, prolongando, com custos sociais desnecessários, um conflito que se arrasta já há demasiado tempo.

A última greve dos magistrados judiciais ocorreu há 13 anos.

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