Nas primeiras duas semanas, segundo a Quercus, foram feitos também “muitos pedidos de esclarecimento sobre a remoção de amianto em escolas” e sobre a existência do material em edifícios públicos e privados.

O número de contactos revela “a preocupação cada vez maior quanto a este assunto e a falta de meios para esclarecer” as questões sobre o amianto, diz a Quercus em comunicado, acrescentando que muitas pessoas trabalharam no passado com amianto e sem proteção, com roupas infetadas e lavadas em contexto familiar, infetando também outras pessoas.

A SOS Amianto vai participar numa ação de defesa da proibição global do amianto, a realizar quando da reunião G20 (19 maiores economias e a União Europeia) que se realiza no final da semana em Buenos Aires, Argentina.

Em 2017 mais de 230.000 pessoas morreram no mundo devido a doenças relacionadas com o amianto, diz a Quercus no comunicado.

O SOS Amianto foi criado há cerca de duas semanas e destina-se a apoiar vítimas do amianto.

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