Ao abrir o debate hoje na Câmara dos Comuns que vai anteceder o voto ao Acordo, May defendeu que as negociações que decorreram ao longo de oito semanas após o chumbo do documento, em janeiro, resultaram num “acordo melhorado que merece o apoio de todos” os deputados.

“O facto é que há alterações legalmente vinculativas como resultado das negociações”, vincou, a propósito dos três documentos divulgados na segunda-feira em Estrasburgo em conjunto com a União Europeia.

O Procurador Geral britânico disse hoje que as “alterações legalmente vinculativas” ao Acordo de Saída do Reino Unido da União Europeia (UE) reduzem, mas mantêm o risco de o país ficar indefinidamente numa união aduaneira com a UE.

A primeira ministra alertou ainda para o “risco para aqueles que têm fé no povo britânico e querem concretizar o voto pelo ‘Brexit’ que, se este acordo não passar, o ‘Brexit’ pode ser travado”.

Theresa May abria o debate antes do segundo “voto significativo” no parlamento, necessário para ratificar o Acordo e garantir um ‘Brexit’ ordenado, que deverá acontecer pelas 19:00 (mesma hora em Lisboa), pois o líder da Câmara das Comuns, John Bercow, anunciou não ter selecionado qualquer das 10 propostas de alteração.

Se o Acordo for chumbado pela segunda vez, o governo prometeu dar aos deputados a opção de sair da UE sem um acordo ou de pedir aos líderes europeus um adiamento do ‘Brexit’ para depois de 29 de março.

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