No XXII Governo Constitucional, há cinco novos ministros, dois dos quais não estão no executivo cessante, casos de Ana Abrunhosa (Coesão Territorial), Ricardo Serrão Santos (Mar). Dos novos cinco, três passam de secretários de Estado a ministros: Ana Mendes Godinho (Trabalho e Segurança Social), Maria do Céu Albuquerque (Agricultura) e Alexandra Leitão (Administração Pública e Modernização Administrativa).

Parte destas mudanças podem ser explicadas pela recete polémica em torno das relações familiares dentro do Governo, o que levou António Costa a não repetir estes laços no elenco que agora propôs ao chefe de Estado.

José António Vieira da Silva já tinha anunciado que, por opção própria, não iria transitar para o novo executivo. Vieira da Silva tem a sua filha Mariana no Governo desde 2015, primeiro como secretária de Estado, depois, a partir de 2018, como ministra da Presidência e da Modernização Administrativa.

Mariana Vieira da Silva foi agora proposta por António Costa para as funções de ministra de Estado e da Presidência, sendo a quarta da hierarquia do XXII Governo Constitucional.

A mesma situação poderá aplicar-se a Ana Paula Vitorino, ex-secretária de Estado dos Transportes no primeiro Governo de José Sócrates e até agora ministra do Mar, que é mulher de Eduardo Cabrita, titular da pasta da Administração Interna e, desde há quase três décadas um dos elementos mais próximos de António Costa.

Antigo eurodeputado socialista, destacada figura do PS em Évora, Capoulas Santos foi ministro da Agricultura nos executivos de José Sócrates e repetiu esta pasta no XXI Governo Constitucional de António Costa, onde esteve diretamente envolvido na reforma da floresta.

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